Sobre

O Sertão do Peri partiu de uma idéia que tive no ano de 1999, quando criei algumas páginas no extinto GeoCities, com conteúdo alternativo variado. Nessa época eu morava em um sítio no sul da ilha, em Florianópolis, e estava construindo um espaço destinado a sabe lá o quê, mas que tinha um forno caipira e ficava nas estradas de terra que ligam o Pântano do Sul e a Armação ao alto do Sertão do Peri, atravessando o centro montanhoso da ilha. O espaço nunca aconteceu, mas o Sertão do Peri virou um site e por alguns anos foi bem abastecido de informações interessantes, entrevistas, matérias com passeios em trilhas e cidades históricas, culminando com os Cadernos Andinos, publicados durante os anos de 2003 e 2004 diretamente de Cochabamba, na Bolívia, quando o site chegou a ter uma visitação superior a cinco mil acessos mensais.

Os anos passaram e as atualizações se tornaram menos freqüentes, embora o site nunca tenha saído ‘do ar’. Esse fato possibilita o ressurgimento, agora com perfil de blog, mais dinâmico e de manutenção facilitada. O Sertão do Peri vai para 15 anos de publicação ininterrupta!

A intenção aqui é a de sempre. Criar um espaço para apoiar a sobrevivência das ideias e acontecimentos que surgiram no final da década de 1960 e se estenderam por muitos anos através da contracultura, do movimento hippie, do pacifismo e que depois tiveram continuidade com a cultura alternativa e o naturalismo e hoje, apesar da aparente ausência disso tudo na cultura, permeia a luta pela preservação do meio ambiente e pelo desenvolvimento sustentável. Esses são os temas, passando por filosofia, metafísica, política, economia, arte e ciência. Vamos ver no que vai dar.

João Rolim