Abdul Rahman JAMI

O Amado chamou da Taberna: "Vem",
Logo me deu o vinho do amor, um copo atrás do outro.
Me soltei das correntes da lógica e da razão,
Logo comecei a chorar pela união.

Vi um mestre abaixo do céu azul.
Tinha seu ego limpo como ninguém.
Era um espelho que refletia o Sol da Existência,
Reflexos que brilham permanentemente em forma de um humano.

Ditosos os amantes que, ao morrer, expiram com o aroma da União em seu nariz.

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