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Eu não parei
de nadar nos mares do Amor,
subindo com as ondas, descendo depois,
tão logo as ondas me sustentavam, tão logo elas me afundavam.
Por fim o Amor me
levou até onde em alto mar já não havia movimentos
ondulantes. Então gritei :
" Oh! Tú, de quem não saberia proferir o Nome nem
contrariar jamais Sua Reserva, faz com que minha alma evite que Te tornes
um juiz injusto pois não era isso que pertencia a nosso pacto!
"
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